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  • As pequenas e médias empresas também podem investir em marketing intelligence.
  • Democratizamos o geomarketing. Use a inteligência geográfica e invista no local certo.
  • Conheça nosso processo de formatação de franquia e expanda com segurança.

Causalidade e correlação?

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“Reflitamos sobre tal correlação: as cidades com muitos homicídios também costumam ter muitos policiais. Tomemos agora a correlação polícia/homicídio numa dupla de cidades reais. Denver e Washington têm mais ou menos a mesma população — mas a força policial de Washington é quase três vezes maior do que a de Denver, e a capital também tem oito vezes mais homicídios. A menos que você disponha de mais informações, porém, é difícil dizer qual fator é a causa disso. Algum desavisado poderia examinar esses números e  concluir que esses policiais a mais sejam a razão do número maior de crimes. Esse  raciocínio obtuso, que tem uma longa história, em geral produz uma reação obtusa, como na lenda do czar que foi informado de que a província com maior incidência de doenças era também a que contava com mais médicos. Sua solução? Mandou imediatamente fuzilar todos os médicos.”

Esse trecho foi tirado do livro Freakonomics, o lado oculto e inesperado de tudo que nos afeta, de Steven D. Lewitt e Stephen J. Dubner. Vários exemplos são dados para diferenciar causalidade e correlação.

Com a palavra, Steven Lewitt e Stephen Dubner:

“Saber o que medir e como medir faz o mundo parecer muito menos complicado. Quando se aprende a examinar os dados de forma correta, é possível explicar enigmas que do contrário pareceriam insolúveis, pois nada como o poder dos números para remover camadas e camadas de desconhecimento e contradições.”

Muitas vezes a resposta para uma pergunta está disponível, e muitos problemas podem ser solucionados a partir dela. Transformar dados em informação é nosso trabalho. Estudar o mercado e saber diferenciar o que realmente importa também. Tem perguntas a serem respondidas? Ligue!

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O futebol e a estatística

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“No dia 19 de maio deste ano, 62 500 torcedores viram o jogador holandês Arjen Robben, do Bayern de Munique, ajeitar a bola a 11 metros do gol de Petr Cech, do Chelsea. O cronômetro marcava 4 minutos da prorrogação da final da Copa dos Campeões da Europa, e Robben tinha a chance de marcar um pênalti que provavelmente daria o título a seu time.

Pênalti é loteria, dizem. Quem chuta tem o controle da situação, mas para o goleiro tudo depende do acaso. Ele pouco pode fazer além de treinar seus reflexos e tentar adivinhar o canto onde a bola vai. Robben correu e chutou rasteiro no canto esquerdo - bem nos braços do goleiro. Será que Cech teve sorte de adivinhar o lado? O jogo foi para os pênaltis, e ele mostrou que era mais do que isso. Em 5 cobranças, defendeu duas - e acertou o canto escolhido pelo batedor em absolutamente todas. É impossível ter mais sorte do que isso em um jogo de futebol.

Sorte? Cech revelou seu segredo ao final do jogo. Ele tinha um DVD com todos os pênaltis batidos pelo Bayern desde 2007. Ao longo desses anos, Robben certamente não mandou a bola sempre no mesmo lugar. Cada vez ele chutava de um jeito, numa sequência de variações aparentemente aleatórias. Só que, estudando dezenas de cobranças, o goleiro percebeu que não era bem assim. Notou que Robben tinha ligeira preferência por chutar rasteiro e no canto esquerdo. Uma tendência discreta, que jamais chamaria a atenção - a não ser que você tivesse a paciência, como Cech teve, de estudar 5 anos de cobranças. Ele encontrou um padrão no que parecia aleatório. E, a partir dele, constatou: a chance de que a bola fosse baixa e no canto esquerdo era maior. Pulou nessa direção e pegou o pênalti.

Sorte é acaso. Mas você pode influenciar esse acaso a seu favor: basta encontrar alguma lógica naquilo que parece aleatório.” Sorte, Manual de Instruções. Superinteressante, agosto de 2012.

Vamos analisar seu mercado, olhar o passado e planejar o futuro com maior chance de sucesso? Ligue pra gente!

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Decisões: a Razão, o Instinto e a Experiência

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"Razão

O que é: O cérebro, graças ao córtex pré frontal, pensa no bem do nosso futuro. E usa a lógica para julgar as consequências das decisões.

Quando usar: Quando o resultado da escolha impõe mudanças drásticas ou tem impacto no seu futuro. Como na hora de definir se você vai comprar um imóvel ou só alugar.

Quando não usar: Em situações que não são definitivas para seu futuro. Você pode, por exemplo, usar as emoções para decidir se vai ao bar com os amigos.

Instinto

O que é: Nosso mecanismo de sobrevivência. Zela pela preservação do corpo, criando impulsos que nos fazem comer, fugir, competir com os outros.

Quando usar: Se não der tempo de recorrer à razão. Como quando você está prestes a causar um acidente - e a reação tem de ser imediata. Só o impulso pode te salvar.

Quando não usar: Quando ele não é crucial para salvar sua vida. Liberar a vontade de bater no colega de trabalho só arrumaria problemas, por exemplo.

Experiência

O que é: O núcleo accumbens, no centro de recompensas, registra sensações ligadas à memória. E avisa quando vê uma situação que deu certo no passado.

Quando usar: Quando precisamos decidir imediatamente e temos a sensação de que uma opção é melhor do que a outra - como na hora de chutar para o gol.

Quando não usar: Em situações que podem definir seu futuro, já que a experiência está preocupada em te ajudar no presente." Como tomar decisões, Super Interessante, set/2011.

Uma boa decisão requer uma escolha fundamentada dentre alternativas disponíveis. Tomar boas decisões é essencial nos negócios e não acontece por acaso. Empresários precisam decidir frequentemente sobre características de produtos, precificação, campanhas de incentivo, enfim, decidir dentre diversos caminhos em um ambiente incerto. As decisões seguem um processo intuitivo baseado em modelos mentais desenvolvidos pela experiência. As vezes esses modelos bastam para que os responsáveis pelo processo decisório se sintam confiantes, mas modelos mentais são propensos a erros. Dados e conhecimento aliados à ferramentas de suporte à decisão é o que chamamos de marketing intelligence. O objetivo do marketing intelligence é simplificar o contexto em que as variáveis estão inseridas e criar uma arquitetura que o ajude a focar nos pontos chave. Fica muito mais fácil responder aos questionamentos sabendo dos custos associados às decisões e o valor das alternativas rejeitadas.

Quer saber como? Ligue pra gente.

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Vai pagar quanto pela incerteza?

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"...o que realmente torna uma mensuração valiosíssima é muita incerteza combinada com o alto custo de estar errada. Se estamos apostando muito dinheiro no resultado de uma variável com grande quantidade de incerteza, então mesmo uma redução marginal de incerteza tem um valor monetário calculável. Por exemplo, supondo que você pense que desenvolver uma característica dispendiosa de um novo produto aumentará as vendas em até 12% em certa área, mas que possa custar muito menos. Além disso, você acredita que o custo dessa iniciativa só se justifica se as vendas subirem pelo menos 9%. Se você fizer esse investimento e o aumento das vendas for menor do que 9%, então seu esforço não colherá um retorno positivo. Se o crescimento das vendas for muito baixo, ou até, possivelmente, negativo, a nova característica será um desastre." HUBBARD, Douglas W.. Como mensurar qualquer coisa. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2008.

E para você, quanto custa o risco? Saiba mais sobre o que a duopo pode ajudar para reduzir esse custo e aumentar sua chance de sucesso.

 

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Franquia, por Aurélio

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[De franco2 + -ia1.]

Substantivo feminino.

  1. Liberdade de direitos; imunidade, privilégio, regalia, liberdade.
  2. Isenção de certos deveres, impostos ou pagamentos.
  3. Fig.: Guarida, asilo, refúgio.
  4. Econ.: Sistema pelo qual empresa detentora de uma marca registrada, processo patenteado de produção ou direitos similares concede a outras empresas (em geral de menor porte) licença de utilização dessas marcas ou processos, sob certas condições. [Sin. (ingl.), nesta acepç.: franchise.].
  5. Estabelecimento que opera sob esse sistema:Na esquina de minha casa há uma franquia da cadeia da Pizzaria X.
  6. Jur. Faixa mínima de prejuízo pela qual o segurador (2) não responde, estabelecida em cláusula de apólice de seguro.
  7. Jur. Com. Permissão dada a um navio para entrar no porto sem pagar direitos alfandegários.

Ao prestar atenção na definição que o Dicionário Aurélio da à palavra FRANQUIA dá para se sentir muito satisfeito com os adjetivos que ele coloca: Liberdade, Permissão, Guarida dentre outros.

Do outro lado temos: Operar sob licença, Sistema e Processo.

Para alcançar a liberdade com permissão e ter guarida é preciso saber operar sob licença e conhecendo o sistema respeitar o processo.

Você já pensou em Marketing Intelligence, já ouviu falar de GeoMarketing?

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Direito publicitário

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Os atores ligados à indústria da comunicação têm  percebido a ampliação dos controles  sociais e das restrições à publicidade. Essa onda de limitações está respaldada na própria Constituição Federal, no Código de Defesa do Consumidor, no Estatuto da Criança e Adolescente, no Código Brasileiro de Auto Regulamentação Publicitária, Normas Padrão do CENP, entre outras normas.

Diferente do que acontece em alguns países como os EUA, o Brasil carece de uma legislação consolidada sobre a publicidade e propaganda. E, é neste sistema misto de controle, que combina leis, portarias e regulamentos que a totalidade das agências e os bureaus de mídias são obrigados a trabalhar.

Talvez, por isso, pode ser que em algum momento a sua agência ou empresa tenha, no contexto de publicidade, violado algum direito de um indivíduo ou grupo, expondo sua empresa à responsabilidade. Não por acaso, somente no ano de 2011 foram instaurados 366 processos éticos no CONAR, sendo 215 anúncios sustados.

Conhecer os benefícios e os perigos que emanam do universo da publicidade é estratégia mais que importante e para as empresas, hoje em dia, tornou-se vital.

Um dos grandes desafios do mercado publicitário é acertar o compasso entre os interesses do anunciante e consumidor e, ainda por cima, cumprir a legislação brasileira.  Por isso, os serviços preventivos da área jurídica e de business intelligence têm ganhado cada vez mais espaço nas agências publicitárias. Avaliar os processos de transformação,  analisar mercados e auxiliar os diversos atores a encontrar estratégias adequadas são ferramentas do business inteligence que ajustadas especificidades das agências podem auxiliar na construção de um mercado de publicidade mais dinâmico. E mais, a atuação  de advogados especializados em direito publicitário na etapa de produção de peças impedem de tornar públicas campanhas em desacordo com a legislação e, principalmente,  evitam problemas com a Justiça e anunciantes. A duopo promove a integração destas áreas em todos os serviços que presta.

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A importância do ponto

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Reportagem da exame.com cita 5 fatores que podem influenciar no sucesso de uma franquia. Um dos fatores citados é o ponto comercial. O investimento alto em uma marca forte pode ser neutralizado ao  errar a escolha do local, prejudicando a performance da loja e atrasando o retorno do investimento. Proximidade do público alvo, visibilidade, influência de concorrentes, fluxo de pessoas e outras variáveis são também importantes para o sucesso do negócio e influenciam diretamente o faturamento do ponto de vendas. Por que investir em marca, estrutura física e treinamento e deixar de lado a localização? A duopo disponibiliza estudos para franqueados e franqueadores objetivando identificar o local com maior chance de sucesso através de sistemas de informações geográficas ou geomarketing. Um investimento pequeno frente ao total e que pode garantir o sucesso do negócio. Confira a reportagem da exame.com aqui.

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A duopo abre mais um canal pra mostrar os benefícios e a importância do marketing intelligence. Esse espaço tem o objetivo de informar sobre as práticas e demonstrar o que é possível ganhar com o investimento em inteligência. E você, quer investir em marketing intelligence mas ainda tem dúvidas sobre o assunto? Leia nossos posts e conte-nos em que podemos ajudá-lo.

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